
OS ASTROS (I)
Quando eu deitei, da minha cama
Eu enchergava estrelas
Algumas estrelas
Da paupérrima noite citadina
Adormeci Feliz
Não mais as veria enquanto dormia
Mas tinha certeza
Que elas sim,
A noite inteira
Estariam ali me olhando.
Durmi tranquilo
A noite das estrelas
A noite dos anjos
Anjos estelares.
. .
.
De fato, meu apartamento novo para onde me mudei faz um mês me propiciou a beleza de poder ir dormir olhando estrelas. Embora sejam poucas, no entanto, por se tratar de Porto Alegre tenho que me dar por satisfeito. Demanhã, quando acordei com o sol na cara a primeira coisa que me veio à cabeça foi esse escrito. Confirmando mais uma vez minha idéia de que os poemas tem vida própria, apenas nos usam como meios para se manifestarem nesse mundo. Não quero tirar o méritos dos escritores, poetas e artistas em geral, pelo contrário, não são todos que têm a capacidade de ser um vetor poético. Quero dizer apenas, que a poesia não vem de dentro para fora, mas sim de cima para dentro e então para fora.
Isso eu chamaria de Inspiração.

2 comentários:
Pois, o que e mais belo, o Dia Ensolarado, ou a Noite Estrelada?
Diria que o que é mais belo é a harmonia da Noite e do Dia.
Noite e Dia são um, e a Lua e o Sol se encontram em união Divina no fenômeno que chamamos de eclipse, para mostrar que juntos formam UM.
Eu gostei muito desse poema, desde a primeira frase, eu já tinha te falado isso.
Amo estrelas, e uma noite estrelada em Porto Alegre é realmente coisa rara, com certeza inspiração para coisas bonitas.
Eu não tive dom de me fazer vetor poético, mas tenho a felicidade de escrever com o coração. Então peço-te desculpas se meus comentários parecerem sempre medíocres em relação aos outros.
Mas tu sabes, do fundo do teu coração, que sou suspeita, me apaixono por tuas poesias. Porque conheço o escritor, e entendo quando ele diz que isso vem de cima pra dentro.
Beeijos! Te Amo.
Postar um comentário